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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

16/04/2014

Telhas Solares


Ujatoba_telha

Converter a energia do sol em energia elétrica está mais prático e mais fácil. Mais uma inovação sustentável no mercado da construção civil está se popularizando na Europa e Estados Unidos. São as telhas solares ou telhas fotovoltaicas. Se você ainda não teve a oportunidade de vê-las, não se preocupe, pois muito em breve elas serão bastante comuns nos telhados da sua cidade.

Essas telhas são constituídas de pequenos painéis solares integrados na sua parte lisa. Com isso, o aspecto visual do telhado não fica tão comprometido como ficaria no caso da instalação dos painéis fotovoltaicos, julgados como esteticamente feios e por isso muitas vezes rejeitado.

Além da eficiência energética de alguns modelos dessas telhas ser maior do que dos painéis solares tradicionais, aquelas podem gerar uma média de 860 kWh ao ano por 10 m2 de telhado, em localidades onde o sol bate em torno de 6 horas por dia, segundo a fabricante SRS Energy. Esses números mostram a funcionalidade do sistema, já que uma família de 04 pessoas consome uma média de 2240 kWh por ano, de acordo com o Ministério de Minas e Energia, então um telhado com 26 m² de telhas solares já atende à demanda da casa.

O Brasil ainda não dispõe desta tecnologia, mas, como empresas especializadas nos Estados Unidos e em países da Europa estão trabalhando para desenvolver diversos modelos adaptáveis em qualquer telhado (nesses países, o uso de energia solar e outras fontes alternativas é estimulado), quando esta novidade chegar por aqui, teremos mais opções de compra.

O custo das telhas fotovoltaicas é alto, até mesmo mais alto que o dos painéis solares. Mas a economia na conta de luz e o fato de se estar usando uma fonte de energia que contribui para a sustentabilidade do nosso planeta são bons motivos para que esta inovação seja abraçada pelos brasileiros.

Vamos torcer para que as autoridades governamentais em nosso país “acordem” para a importância de se ampliar a nossa matriz energética e nos dê espaço e incentivo para o uso de fontes de energia limpa, como esta.

Por: Ivana Jatobá 


06/04/2014

Em bairro suíço, moradores plantam o próprio alimento e compartilham com os vizinhos


Um lugar em que os jardins das casas da vizinhança foram transformados em hortas comunitárias, onde todos os vizinhos podem desfrutar dos alimentos colhidos nas plantações. Assim é a Avenida Crozet, em Genebra, na Suíça. Lá vigora, literalmente, a política da boa vizinhança.

Cada família planta determinado alimento no jardim de sua casa. Posteriormente, esses alimentos são trocados por outros, que são plantados em jardins vizinhos. Dessa forma, por meio da troca, o bairro se tornou uma grande horta comunitária que oferece alimentos para todos os seus moradores.

O conceito é antigo e foi criado pelo médico alemão Moritz Schreber, no século 19. No ano de 1864, durante uma campanha para aumentar o número de áreas de lazer para as crianças em alguns bairros de países na Europa, os espaços externos das casas começaram a ganhar outro uso. Foi nessas áreas que as famílias começaram a plantar e cultivar alimentos para seu próprio consumo. Mais tarde a ideia ganhou força e países como Áustria e Suíça também aderiram.

Atualmente, em alguns países europeus, a prática do cultivo do próprio alimento é protegida por lei. Em 2003, o governo russo assinou a Lei da Horta Privada, na qual, todo cidadão tem o direito à parcelas de terra para plantio totalmente de graça.

Será que aqui no Brasil isso funcionaria?

Fonte: EcoD

Italiano constrói sistema que transforma vapor em água potável para regiões carentes


Água potável é um bem que ainda não está acessível a todas as pessoas no mundo. Pensando em uma solução prática para este problema, o arquiteto italiano Arturo Vittori criou a WarkaWater, uma torre que capta o vapor de água atmosférico e o transforma em água própria para o consumo.

O sistema não consiste em alta tecnologia. Pelo contrário, ele é tão simples que pode ser replicado em qualquer lugar. O melhor é que além de ser eficiente, o WarkaWater é bonito, assemelhando-se a uma grande escultura.


Os materiais utilizados por Vittori neste projeto são bambus ou talos de juncus, que foram o esqueleto da estrutura. Dentro elas são forradas com uma malha de plástico, semelhante aos sacos usados para transportar frutas e legumes. As fibras de nylon e polipropileno ajudam a captar as gotículas do orvalho e quando a água escorre ela é encaminhada a uma bacia, instalada na parte de baixo da torre.

Imagem: Divulgação

Em declaração ao site Wired, o arquiteto explica que chegou a essa ideia após visitar o norte da Etiópia. “Lá, as pessoas vivem em um belo ambiente natural, mas muitas vezes sem água, eletricidade, um vaso sanitário ou um chuveiro funcionando”, declarou. O italiano ainda lembrou que a dificuldade para conseguir água no país africano é tão grande, que mães com filhos pequenos precisam andar quilômetros para chegar a lagoas contaminadas, expondo sua saúde e a de seus filhos a diversas doenças.


Sobre o WarkaWater, Vittori garante que a proposta é garantir água e sustentabilidade em todos os sentidos. “Uma vez que os habitantes locais têm o conhecimento necessário, eles são capazes de ensinar outras comunidades a construírem suas próprias torres.”


Cada um dos captadores de água custa, em média, US$ 550 e precisa de apenas uma semana e quatro pessoas para ser construído com materiais disponíveis localmente.


O arquiteto tem trabalhado há dois anos nesse projeto para torna-lo o mais eficiente possível. A escultura possui 195 quilos e oito metros de altura. O italiano espera ter os dois primeiros construídos na Etiópia em 2015 e está em busca de parceiros para levar a ideia para outras áreas necessitadas. 



Fonte: CicloVivo

Paisagista cria jardim inspirado na história do universo


O arquiteto e paisagista norte-americano Charles Jencks leva muito mais do que beleza aos jardins que planeja. Um dos exemplos da grandiosidade de seus projetos é apelidado de “The Garden of Cosmic Speculation” – O jardim da especulação cósmica.

Como o nome já diz, ele é muito mais do que uma área verde. Cada um de seus detalhes foi pensado para dar ao visitante noções sobre a formação do Universo. A estrutura está situada em Dumfris, na Escócia, e trata-se de um complexo paisagístico, formado por 25 jardins.


A paisagem conta com diversos níveis e em cada um deles os visitantes podem vivenciar uma experiência diferente, até mesmo entender a distorção entre espaço e tempo causada por um buraco negro. O topo representa o tempo e, conforme vão descendo, as pessoas caminham em direção ao passado, aprendendo sobre os últimos 13 bilhões de anos em evolução cósmica.


O The Garden of Cosmic Speculation está localizado em uma propriedade particular. Por conta disso, ele é aberto ao público apenas uma vez ao ano. No entanto, este não é o único projeto do tipo idealizado por Jencks.


Conforme descrito em seu próprio site, um dos objetivos do paisagista é descobrir as relações entre o grande e o pequeno, entre a ciência e a espiritualidade e entre a paisagem e o universo. Portanto, esses itens estão presentes em cada um de seus trabalhos.

Fonte: CicloVivo

Museu austríaco tem área de lazer infantil feita com plantas



Os arquitetos do escritório austríaco PPAG inovaram na criação de uma caixa de areia para crianças brincarem. O projeto tinha tudo para ser simples, mas eles transformam o local em um ambiente verdadeiramente vivo.

O trabalho foi feito sob encomenda pelo Viena Museum Quarter, localizado na capital austríaca. O museu queria um espaço em que as crianças pudessem brincar em segurança, mas que também fosse bonito em seu visual. Para atender a esse pedido, os arquitetos usaram ramos de salgueiro, entrelaçados e vivos.


Os responsáveis pelo projeto são os arquitetos Simon Oberhammer e Stfanie Meyer. Foram eles que desenvolveram a ideia de criar a fortaleza feita com os ramos de salgueiro e para mantê-los vivos, eles conectaram as plantas a um saco de húmus, que permite que a espécie esteja sempre saudável.


Por estar vivo, o sistema também está em constante evolução e cresce de acordo com as estações do ano. O nome dado ao projeto, Kagome, é uma homenagem à cultura japonesa, que possui uma brincadeira e uma técnica de tecelagem com o mesmo título.


Dentro da caixa de areia as crianças podem brincar em segurança e ainda ter um espaço abrigado do sol. A estrutura foi premiada na edição deste ano do Architizier A + Awards na categoria pop-ups e estruturas temporárias.

Fonte: CicloVivo