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Pesquisadora nas áreas de sustentabilidade e saúde da habitação. Tem como objetivo projetar e prestar consultoria a clientes com interesse na busca pelo Viver Saudável, uma interação equilibrada entre meio ambiente, pessoas  e o Lar em que habitam.

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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

31/08/2014

Conheça uma ecovila localizada no coração da Islândia


Sólheimar é uma comunidade sustentável localizada no coração da Islândia. Ela é famosa por sua atmosfera artística e ecológica, onde moram cem pessoas que vivem e trabalham juntas. Entre as diversas estruturas sustentáveis do complexo o que mais se destaca é um centro educacional e esportivo inaugurado em 2002.


O projeto foi feito pelo escritório de arquitetura AKS, que cuidou para que cada detalhe fosse o mais eficiente possível. Esteticamente já é possível perceber que a preocupação em manter preservada a paisagem e os recursos naturais foi uma das premissas da construção.

A base do prédio é feita em madeira siberiana. O sistema de isolamento térmico do chão e das paredes, imprescindível em uma região tão fria como a Islândia, foi feito totalmente em lã de carneiro natural. No telhado o isolamento foi feito com papel, além disso, eles foram cobertos com gramado.


A estrutura é repleta de janelas, que maximizam o aproveitamento da luminosidade natural. Toda a energia utilizada para abastecer o local é proveniente de fontes sustentáveis. Placas fotovoltaicas, sistema de produção hídrico e um gerador que transforma a diferença de temperatura em eletricidade são os principais geradores de eletricidade da comunidade. O local também utiliza água quente geotérmica, retirada de seu próprio poço.


A aldeia ainda conta com estufas orgânicas para o cultivo de vegetais e outras plantas não comestíveis, bem como a silvicultura. Como os integrantes da comunidade trabalham e vivem dentro do complexo, ele também conta com um café, padaria, pensões, igreja, oficinas de artesanato e muito espaço pra arte, que recebem eventos diversos durante todo o ano. 


Clique aqui para conhecer outras ecovilas espalhadas pelo mundo.

Fonte: CicloVivo

Casa sustentável é construída em apenas 6 semanas na Tailândia


O ex-assistente de voo, Steve Areen, decidiu se aposentar das aeronaves e embarcar em uma nova aventura. Após viajar pelo mundo, o norte-americano resolveu construir, com suas próprias mãos, uma residência sustentável na Tailândia.

A inspiração veio a partir de sua paixão pela cultura local e também por incentivo de seu irmão e seu cunhado. Com a ideia em mente, Areen escolheu uma fazenda orgânica de mangas para ser o jardim de sua casa e técnicas simples que deixassem o local atraente, sem a necessidade de gastar muito tempo e dinheiro.


A residência levou apenas seis semanas para ficar pronta, mesmo que o proprietário e construtor contasse com apenas dois ajudantes. A rapidez deve-se ao formato de construção escolhido, mas também às facilidades permitidas pela legislação local.

A edificação teve como base a utilização de materiais simples adquiridos localmente. Além dos tijolos, ele usou bambu e outras plantas comuns em telhados tailandeses. A residência possui uma área de 150 metros quadrados, distribuídos em pequenos e aconchegantes cômodos.


Conforme informado pelo site Inhabitat, Areen não conseguiu aplicar tecnologias que o libertassem totalmente das redes de transmissão de energia e água. Mesmo assim, foram aplicados elementos para reduzir os gastos energéticos, como as imensas janelas que circundam a casa e as claraboias utilizadas para elevar a quantidade de luz natural que adentra ao ambiente.

A casa do ex-assistente de voo se tornou um exemplo pela rapidez com que foi construída e finalizada e também pelos baixos custos da obra, que saiu por apenas oito mil dólares, pouco menos que R$ 16 mil. A intenção do norte-americano é replicar o projeto em outras construções ao redor do mundo.


Fonte: CicloVivo

27/08/2014

Conheça uma ecovila localizada no coração da Islândia


Sólheimar é uma comunidade sustentável localizada no coração da Islândia. Ela é famosa por sua atmosfera artística e ecológica, onde moram cem pessoas que vivem e trabalham jutas. Entre as diversas estruturas sustentáveis do complexo o que mais se destaca é um centro educacional e esportivo inaugurado em 2002.


O projeto foi feito pelo escritório de arquitetura AKS, que cuidou para que cada detalhe fosse o mais eficiente possível. Esteticamente já é possível perceber que a preocupação em manter preservada a paisagem e os recursos naturais foi uma das premissas da construção.

A base do prédio é feita em madeira siberiana. O sistema de isolamento térmico do chão e das paredes, imprescindível em uma região tão fria como a Islândia, foi feito totalmente em lã de carneiro natural. No telhado o isolamento foi feito com papel, além disso, eles foram cobertos com gramado.


A estrutura é repleta de janelas, que maximizam o aproveitamento da luminosidade natural. Toda a energia utilizada para abastecer o local é proveniente de fontes sustentáveis. Placas fotovoltaicas, sistema de produção hídrico e um gerador que transforma a diferença de temperatura em eletricidade são os principais geradores de eletricidade da comunidade. O local também utiliza água quente geotérmica, retirada de seu próprio poço.


A aldeia ainda conta com estufas orgânicas para o cultivo de vegetais e outras plantas não comestíveis, bem como a silvicultura. Como os integrantes da comunidade trabalham e vivem dentro do complexo, ele também conta com um café, padaria, pensões, igreja, oficinas de artesanato e muito espaço pra arte, que recebem eventos diversos durante todo o ano. 


Fonte: CicloVivo

24/08/2014

Com construção alternativa, casa no litoral de SP é a primeira certificada no Brasil


Sendo a construção um setor altamente poluente, a busca por certificações e alternativas mais sustentáveis se torna cada vez mais necessária. O escritório de engenharia LCP é um exemplo brasileiro de que é possível construir com impactos muito menores. A prova disso é que um dos projetos residenciais feitos pelo grupo recebeu durante a 5ª Expo Greenbuilding Brasil o primeiro selo de Referencial GBC Brasil Casa.

Localizada em Maresias, no litoral de São Paulo, a residência é de alto padrão e possui 1.880 m² de área construída. No entanto, seu principal diferencial é a utilização de Painéis de Argamassa Armada com miolo de Poliestireno Expandido (EPS), que substituem as paredes tradicionais de concreto ou tijolo.

Foto: Divulgação

Apesar de não ser ainda muito famosa no Brasil, esta tecnologia é bastante comum na Europa e Estados Unidos, a própria LCP já a utiliza em projetos nacionais desde 1990 e, inclusive, fabrica o material aqui, em parceria com empresas brasileiras. No ano passado, a empresa construíu um protótipo de habitação popular utilizando este mesmo sistema (veja aqui).

As placas são feitas de poliestireno expandido, tela de aço e argamassa. Ao contrário do que possa se pensar, este é um sistema altamente resistente, criado para suportar terremotos e furacões. Além disso, ele praticamente não deixa resíduos na obra, fator essencial para garantir a sustentabilidade de um projeto.

Em entrevista ao CicloVivo, a engenheira Lourdes Cristina Printes, explicou que este processo é muito mais rápido do que uma construção tradicional. A casa em Maresias foi construída em apenas oito meses. “Nós ganhamos em tempo. Isso chega a economizar 20%, pela redução dos gastos com mão-de-obra”, esclarece a especialista. Os custos durante a fase de construção também são minimizados pela economia em materiais como madeira e cimento, fatores que compensam o investimento na tecnologia.

Para que conseguisse a certificação, o projeto teve que atentar a muitos outros fatores, desde a limpeza no canteiro de obras até a utilização de fontes renováveis de energia. Um dos bons exemplos do projeto, segundo a engenheira, foi a reutilização da água da chuva. O que seria um problema, virou uma ótima saída. Durante as obras choveu muito no litoral paulista, mas isso não foi em vão. Com um sistema de coleta e armazenamento, a água da chuva foi usada em 60% de toda a argamassa usada na residência.

Dentro da casa, os materiais, principalmente relacionados à água e energia, foram os mais eficientes possíveis. A residência conta com sistema de aquecimento solar e também utiliza placas fotovoltaicas para produzir sua própria energia limpa. As medições individualizadas facilitam o controle sobre o consumo de energia e ajudam a minimizar o desperdício. Nas áreas externas foram utilizados pisos drenantes e a economia de água usada para a irrigação do sistema chega a 72%.

Imagem: Divulgação

A utilização das placas de EPS permite que, mesmo em uma obra deste porte, os resíduos gerados sejam mínimos e até reaproveitados. Portanto, quase nada é descartado. Especificamente em Maresias, Lourdes explica que os restos do isopor foram doados às escolas da comunidade e os resíduos do ferro voltam ao fabricante para serem reutilizados.

A engenheira também lembra que em qualquer construção sustentável, o projeto arquitetônico é essencial. Considerar as condições climáticas e geográficas é essencial para aproveitar os benefícios naturais da melhor maneira possível, como a iluminação e ventilação. O impacto disso é sentido da eficiência da estrutura e no bem-estar dos moradores.

Imagem: Divulgação

Por Thaís Teisen – Via: CicloVivo

22/08/2014

Hospital norte-americano ganha horta comunitária gigante


O hospital Eskezaki Health, localizado em Indianápolis, nos EUA, é um bom exemplo de projetos sustentáveis. Além de ter o selo LEED Silver, a estrutura possui uma grande horta em seu terreno, usada para produzir alimento para pacientes e funcionários.

O projeto de agricultura urbana é fruto de uma parceria entre escritórios de arquitetura e coletivos que promovem o plantio na cidade. A proposta é de que a área cultivável sirva também para integrar as pessoas que utilizam o hospital. O espaço ajuda a promover um senso de comunidade, onde funcionários, pacientes e visitantes também estão próximos à natureza.



A horta possui 1.500 metros quadrados e foi totalmente construída com o apoio financeiro da própria comunidade e ajuda de organizações sem fins lucrativos. O local ainda será uma ferramenta de ensino prático para que os envolvidos entendam como os alimentos são cultivados e qual é a importância de incluí-los na alimentação.


Como a produção é diversa, o hospital público mais antigo de Indianápolis pode utilizar de seu próprio cultivo para alimentar os pacientes. Os vegetais orgânicos devem deixar as receitas mais saborosas e nutritivas.


Fonte: CicloVivo