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Muita Luz e Amor,

Celina Lago

22/04/2014

Telhados verdes unem beleza e sustentabilidade

Alguns exemplos de telhado verde, porém devemos saber que telhado verde não é telhado com grama. A grama cresce, dá mosquito, e sua conservação em um telhado não é nada prática. Existem muitas plantas mais apropriadas  para esse fim, e já postei artigos sobre o assunto. Abaixo, transcrevo o artigo do site Quem Inova 

A implantação de telhados verdes, ou eco telhados, em casas e prédios tem sido crescente no Brasil. Além de embelezar as construções, os telhados têm a função de diminuir grandes variações internas de temperaturas. No verão, é mais fresco, e no inverno, é mais quente.

Há muitos tipos de eco telhados, que variam em estrutura e cobertura. São diversos os tipos de vegetação que podem ser utilizados, que vão desde grama até árvores. Confira algumas projetos ao redor do mundo:

Exemplos de telhados, alguns não são nada práticos, mas outros são bem interessantes:

 

 

   

 
                   Fotos:  Imgur

Fonte:  Quem Inova 



20/04/2014

Lilypad, a cidade futurista projetada pelo designer belga Vincent Callebaut

As alterações climáticas deste século e a consequente previsão da subida do nível do mar irão provocar milhares de desalojados. No entanto, o arquitecto belga Vincent Callebaut diz ter encontrado a solução para contornar este problema: uma cidade flutuante. Auto-suficiente e ecológica, Lilypad combina uma rede de infra-estruturas semelhante à vida terrestre, recriando espaços urbanos em plena sintonia com o oceano.
© Vincent Callebaut, "Lilypad".

Todos os anos, milhares de pessoas em todo o Mundo são afectados pelo clima, ficando desalojadas depois de perderem as suas casas. Os habitantes das zonas costeiras são as maiores vitimas em épocas de tempestades ou cheias. Segundo a ONU, o nível do mar deverá subir cerca de um metro durante o século XXI. Isto fará com que, em 2100, o número de refugiados aumente devido às inundações. Países como os Estados Unidos, China, Egipto, Vietname ou Bahamas verão várias das suas cidades desaparecer.

O arquitecto belga Vincent Callebaut apresentou um projecto que diz ser a solução para realojar estes habitantes: uma cidade flutuante. Esta funcionaria de forma semelhante à vida nas cidades terrestres, mas sobre o oceano – e sendo auto-sustentável, (re)aproveitaria as energias e os resíduos produzidos.

Uma unidade urbana no mar

Chamada Lilypad, a sua construção foi inspirada num nenúfar gigante descoberto na Amazónia por Thaddeaus Haenke, no início do século XIX. O botânico alemão baptizou-o de Vitória régia, em homenagem à rainha Vitória de Inglaterra.

Vincent ampliou a forma desta espécie natural duzentas e cinquenta vezes, projectando assim uma unidade urbana com capacidade para 50.000 pessoas. O seu objectivo passava por criar um sistema harmonioso entre homem e natureza, bem como explorar novos modos de vida, integrando o mar em espaços sociais e colectivos. Segundo o arquitecto, Lilypad proporcionará também a proximidade entre cidadãos, num eco polis que combina todas as infra-estruturas necessárias à sua sobrevivência.

© Vincent Callebaut, "Lilypad".

© Vincent Callebaut, "Lilypad".

A cidade do futuro?

Por ser flutuante e auto-suficiente, a cidade poderá estar em qualquer mar e até mesmo ser multiplicada. A sua estrutura centra-se num lago, a partir do qual estão organizadas as três grandes áreas: a zona de trabalho, a de lazer e a dos serviços. Cada uma delas terá uma marina e uma montanha artificial. Os barcos da marina serão a ligação entre Lilypad e o continente. Já as montanhas, uma paisagem saudosa da vida terrestre.

Um conjunto de vias unirá não só as montanhas, como dará acesso às habitações e jardins suspensos construídos igualmente na perspectiva “ondulante” da cidade. Vincent refere que Lilypad será fabricada com fibras de poliéster, cobertas por camadas de dióxido de titânio. Não emitirá gases poluentes e a energia necessária para consumo será produzida de maneira eco-sustentável: o lago central terá água doce recolhida das chuvas, e um reservatório natural com água potável; a energia será fornecida apenas pelas renováveis, como a das marés, eólica e solar. Para além disso, os resíduos e desperdícios dos habitantes seriam reciclados.

Para o arquitecto, “Lilypad é uma antecipação da literatura de Júlio Verne, mas também uma alternativa possível em perfeita simbiose com os ciclos da natureza.” Dentro de noventa anos, talvez esta cidade anfíbia seja o refúgio e a solução para uma resposta rápida às vítimas das alterações climáticas do globo.

© Vincent Callebaut, "Lilypad".

© Vincent Callebaut, "Lilypad".

© Vincent Callebaut, "Lilypad".

Fonte: Obvius

Faça Você Mesmo: Horta hidropônica (para espaços pequenos)

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Já ouviu falar em horta hidropônica? Pois ela existe e é mais simples do que o nome sugere. Esse tipo de plantação utiliza a técnica da hidrocultura, em que a planta é cultivada em um pequeno espaço e utiliza apenas o necessário para se desenvolver: água e luz.
A horta hidropônica é indicada, principalmente, para o cultivo de hortaliças por serem plantas que precisam ser totalmente removidas para o consumo. Os pontos positivos dessa prática aparecem no prato: mais qualidade, sabor realçado e maior durabilidade do que os produtos do supermercado.
Faze-la é simples e não exige muito investimento. Pronto? Confira, abaixo, o passo a passo.
Material da estrutura:
- Cano de PVC para esgoto com 75 mm de largura e do tamanho que desejar;
- Duas tampas para o cano da mesma largura;
- Dois joelhos para o cano de 20 mm;
- Um tanque para reservatório de água;
- Uma bomba de aquário para 90 L/h;
- Varetas de ferro para suporte e abraçadeiras de náilon para fixar o cano;
- Uma barra com 20 mm de largura e do mesmo tamanho do cano;
- Uma mangueira de 60 cm com diâmetro fino e que consiga encaixar na saída da bomba.
Passo a passo da estrutura:
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1. Posicione o cano sobre os apoios para se ter uma ideia de como ficará o desnível. Ele é importante para permitir que a água escoe lentamente. Por exemplo, para um cano de 6 metros, 7 cm de desnível mais 2 cm de desnível para o cano de 20 mm — que faz o retorno para o reservatório — está bom. Não deixe o desnível muito grande para que a bomba não tenha que empurrar a água muito alto.
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2. Demarque círculos no cano, distantes 15 cm uns dos outros. Em seguida, fure o cano com a ajuda de uma serra copo. Deve-se tomar cuidado para não estourar o cano.
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3. Prenda o cano nos suportes com o auxílio das abraçadeiras de náilon.
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4. Depois, tampe o cano e posicione o reservatório de água em uma das extremidades do cano, com a mangueira de 60cm ligando a bomba ao cano.
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5. Na outra extremidade do cano, monte, com a mangueira apoiada sobre a barra, o canal de retorno da água para o reservatório
Material da solução nutritiva:
- É aconselhável comprar kits prontos em lojas especializadas, pois elas variam de acordo com a planta que se deseja cultivar;
- Esponja floral (encontrada facilmente em floriculturas);
- Um copo de medidas.

Passo a passo da horta:
1. Agora, é só misturar a mistura na água e encher o reservatório.
2. Em seguida, basta sustentar as plantas na espuma floral e encaixa-las nos buraquinhos do cano.
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OBS: Pode ser usado um timer para desligar a bomba de 15 em 15 minutos, ou seja 15 minutos ligada e 15 minutos desligado a noite o intervalo pode ser bem maior 15 ligado e 3 horas desligado.
(Ambientalistas em Rede)
Via: EcoD

10 destinos sustentáveis para visitar em 2014



A organização sem fins lucrativos Ethical Traveler divulgou uma lista com os melhores lugares em termos éticos para se visitar este ano. O órgão analisa as políticas e práticas de dezenas de nações no mundo em desenvolvimento e seleciona os dez que se destacam em termos de promoção dos direitos humanos, preservação de meio ambiente e apoio ao bem-estar social.

Para avaliar o nível de proteção ambiental, por exemplo, são analisados os indicadores de saúde ambiental, a preservação dos recursos e cultivo de práticas benéficas e sustentáveis de cada país. O principal recurso utilizado nessa tarefa é o Centro Socioeconômico de Dados e Aplicações (SEDAC) e Índice de Desempenho Ambiental (EPI), uma iniciativa conjunta entre o Centro Yale para o Direito Ambiental e Centro da Universidade de Columbia.

“Apesar de nossos esforços para a criação desta lista, devemos nos lembrar continuamente: Nenhum país é perfeito. Todas as nações têm deficiências genuínas. Cada um dos vencedores, no entanto, têm feito um esforço genuíno para ‘fazer a coisa certa’, nas muitas áreas que levamos em consideração”, salienta o Ethical Traveler.

O Ethical Traveler é parte de um projeto do Earth Island Institute, grupo ambiental sediado na Califórnia. Confira abaixo a seleção dos 10 melhores países:

- Bahamas

- Barbados


- Cabo Verde


- Chile


- Dominica


- Letônia


- Lituânia


- Maurício


- Palau


- Uruguai


Fonte: CicloVivo

Celeiro "invisível" reflete paisagem natural em parque de NY


O escritório de arquitetura nova-iorquino STPMJ desenvolveu uma espécie de celeiro que se camufla totalmente em meio à paisagem natural ao seu redor. A estrutura foi planejada e instalada no Socrates Sculpture Park, na região dos Queens, em Nova York.

A matéria-prima usada como base para a construção foi a madeira e sobre ela foi instalada uma película reflexiva por toda a superfície. Este efeito espelhado é o que faz com que o celeiro praticamente suma, disfarçado em meio à natureza.

O próprio local em que foi inserido coopera para tornar a estrutura ainda mais camuflada. As árvores ao redor são, em geral, muito semelhantes umas às outras, em tamanho, espaçamento e em espécie. Devido a essas características, a ilusão de ótica é tão grande que uma pessoa mais distraída não veria a construção, por estar “invisível” na paisagem local.


Este projeto é mais uma forma de mostrar que a arquitetura pode estar em harmonia com o meio ambiente. Construções de diferentes tipos podem ser elevadas sem modificar drasticamente o seu entorno. O resultado é ainda melhor quando o entorno é um bosque tão bonito como o do parque norte-americano.


O celeiro invisível reflete a paisagem e também as estações do ano com cada uma de suas particularidades. 

Fonte: CicloVivo